O resultado do que você atribuiu chega a você direto, sem depender de mais nenhuma autorização — foi você quem pediu.
O copiloto transcreve, resume e organiza a nota. Quem revisa, edita e assina é você — nada vira registro sem passar por você.
O paciente chega com a triagem feita
Quando alguém pede para ser encaminhado a você, o pedido não vem em branco. Você decide com contexto — e, se aceitar, o caso já nasce montado.
- Escores de PHQ-9 e GAD-7, com faixa de severidade
- O que ele relatou com as próprias palavras e o motivo do encaminhamento
- As respostas que ele escolheu compartilhar — só essas
- Um resumo narrativo, sempre marcado como apoio, nunca como avaliação
- 1Foto do seu CRP, frente e verso
- 2Uma selfie segurando o CRP
- 3A declaração de responsabilidade profissional, assinada
Enquanto a análise corre, você já pode montar seu perfil, criar casos e organizar a agenda. O que ainda não acontece é aparecer no diretório e receber encaminhamentos.
É chato, e é de propósito. É o mesmo filtro que faz o paciente confiar em quem está do outro lado — e que evita você dividir vitrine com quem não tem registro.
- Não decide, não diagnostica e não substitui o seu julgamento clínico.
- Não escreve no prontuário sozinho — você revisa e edita antes de virar registro.
- Não te mostra as conversas do seu paciente com o assistente dele. Você vê o que ele decidir compartilhar, e só isso.
- Não avalia risco nem intervém em crise: nisso, ele encaminha e avisa.
Comece com um caso só.
Atribua uma escala, veja o resultado voltar medido e decida a partir daí. Grátis para começar, sem cartão.
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